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Convite à Reflexão

PENSAMENTO E VONTADE

DESEJO E RESPOSTA>
Todo desejo é manancial de poder. A planta que se eleva para o alto,
convertendo a própria energia em fruto que alimenta a vida, é um ser que ansiou por multiplicar-se…
A Lei, como representação de nosso Pai Celestial, manifesta-se a tudo e a
todos, através dos múltiplos agentes que a servem. No caso a que nos reportamos, o Sol sustentou o vegetal, conferindo-lhe recursos para alcançar os objetivos que se propunha atingir.
COMO SE DÁ A AÇÃO DA PRECE>
Em nome de Deus, as criaturas, tanto quanto possível, atendem às
criaturas. Assim como possuímos em eletricidade os transformadores de energia para o adequado aproveitamento da força, temos igualmente, em todos os domínios do Universo, gradativamente, com a Lei. Quanto mais elevada a percentagem dessas qualidades num espírito, mais amplo é o seu poder de cooperar na execução do Plano Divino, respondendo às solicitações da vida, em nome de Deus, que nos criou a todos para o Infinito Amor e para a Infinita Sabedoria…
AÇÃO DO PENSAMENTO>
Quando alguém nutre o desejo de perpetrar uma falta está invocando forças inferiores e mobilizando recursos pelos quais se responsabilizará.
Todas as nossas aspirações movimentam energias para o bem ou para o
mal. Por isso mesmo, a direção delas permanece afeta à nossa responsabilidade.
O nosso pensamento voará, adiante de nós, atraindo e formando a
realização que nos propomos atingir e, em qualquer setor da existência, a vida responde, segundo a nossa solicitação. Seremos devedores dela pelo que houvermos recebido.
Todos somos senhores de nossas criações e, ao mesmo tempo, delas
escravos infortunados ou felizes tutelados. Pedimos e obtemos, mas pagaremos por todas as aquisições. A responsabilidade é principio divino a que ninguém poderá fugir.
CONSIDERAÇÕES:
Pensamento, saúde e doença. O papel da prece.
(Professor Arandir Calheiros)
REFERÊNCIAS:
Francisco C. Xavier. Emmanuel. Pensamento e Vida
Francisco C. Xavier. André Luiz. Entre a Terra e o Céu
Francisco C. Xavier. Emmanuel. O Consolador.

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